Júlio Magalhães
Júlio Magalhães é jornalista. Apresenta o jornal CNN, na CNN, e colabora com a Rádio Observador no programa da manhã. Nasceu no Porto em 1963. Aos 3 meses foi com os pais para Angola, onde viveu até 1975, ano em que regressou a Portugal e à cidade do Porto. Desde muito cedo, o ser jornalista era o seu grande objetivo. Por isso, aos 16 anos, começou a colaborar com o jornal O Comércio do Porto na secção do Desporto. Aos 18 anos, surgiu uma oportunidade nessa mesma secção e aí ficou. Passou por todas as áreas da Comunicação Social, tendo um percurso de quase 40 anos entre jornais, rádio e televisão, tendo sido jornalista, repórter e apresentador de jornais, debates e grandes entrevistas e também enviado especial a vários países para a cobertura de grandes acontecimentos. É autor de vários romances: Os Retornados – Um amor nunca se esquece, Um Amor em Tempos de Guerra, Longe do Meu Coração e Não Nos Roubarão a Esperança.
Obra Literária
“Quando Voltámos a Acreditar no Amor”
Sinopse

Todas sorriem do alto das suas fardas e do seu dever patriótico, mas há uma de rosto fechado, que olha, olhos nos olhos, o ditador, numa postura tensa e de desafio. Quem seria esta mulher de boina verde que fechava o sorriso a Salazar?
António é incumbido pelo presidente do Conselho de partir para a colónia portuguesa para se inteirar da situação real do país, em tempos de guerra. A desculpa é que iria fazer a reportagem fotográfica da digressão de José Oliveira, o grande cantor nacional, que tinha como objetivo animar as tropas portuguesas. Na comitiva segue também Cardoso Aranha, um agente da PIDE, que só conhece a força das suas mãos.
É em Angola que António se cruza com o rosto da fotografia e descobre Catarina, uma jovem de boas famílias, que decidiu rasgar os planos que outros fizeram por ela e embarcar como enfermeira paraquedista para Angola. Aqui descobre uma realidade que não estava à espera. Só o amor a consegue salvar e fazer voltar a acreditar.
Júlio Magalhães regressa à escrita de romance, com uma extraordinária história de amor e coragem passada em 1965, um ano que marcou a viragem no curso da guerra colonial. Faltariam 9 anos para o fim do regime e para que o país voltasse a acreditar.






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